Efeitos Das Atividades Aquáticas Na Vida Da Criança Com Transtorno Do Espectro Autista - Tea
Resumo: O presente artigo objetiva-se na efetividade das atividades aquáticas para a vida de crianças com autismo. Como referencial teórico dividimos nas respectivas subseções: Desenvolvimento humano/ infâncias entendendo as fases do desenvolvimento típico infantil (GALLAHUE, OZMUN E GOODWAY, 2013; VYGOTSKY 2011), o Transtorno do Espectro Autismo com seus respectivos níveis e déficits (ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA, 2014; ASSUMPÇÃO E KUCZYNSKI, 2015), em sequência as atividades aquáticas e seus benefícios de forma integral no desenvolvimento da infância com autismo (FREIRE e TOSTA, 2020; MELO, 2020; VELASCO, 2019), o último item do referencial teórico retrata a Atuação do profissional de Educação Física em práticas aquáticas direcionadas a crianças com TEA, assim como a afetividade metodologia (FREIRE e SCHWARTZ, 2005; CUMPIAN, 2016). Como metodologia para o estudo temos uma abordagem qualitativa de natureza descritiva, onde foi analisado 13 estudos com recorte temporal de 15 anos. Aos resultados encontrados nota-se que as atividades aquáticas contribuem para a qualidade de vida das crianças com autismos, visto que os benefícios estão na socialização, melhora do desenvolvimento motor, melhora na cognição, assim conseguem acessar o aluno de forma biopsicossocial. Contudo concluímos que as atividades aquáticas se fazem muito importante entre as intervenções multidisciplinares da criança com autismo, devido a melhora da integração com outros colegas, melhora na atenção, diminuição dos espasmos, melhor aceitação de comandos verbais, melhora na autonomia, equilíbrio, flexibilidade e melhora na realização de movimentos, assim os exercícios aquáticos contribuem na qualidade de vida da criança com autismo e das pessoas responsáveis pelos seus cuidados.
Palavras-chave: Atividades Aquáticas, Crianças Com Autismo, Atuação Do Profissional De Educação Física, Desenvolvimento Humano.